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eleições
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Os Homossexuais
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"A presença de homossexuais no PT, desde a sua origem, demonstra o compromisso com a luta pela cidadania homossexual. Um compromisso reafirmado no aprofundamento da participação política, por meio da realização da 1ª Conferência Nacional de Gays e Lésbicas do PT, em 2001; na defesa de propostas afirmativas incorporadas aos programas de governo ou na apresentação de projetos de lei, como o da parceria civil entre pessoas do mesmo sexo, apresentado na Câmara Federal por Marta Suplicy. Esse apoio à organização do movimento vem se traduzindo também no crescimento numérico e social da Parada do Orgulho Gay, mobilização anual que em seu quinto ano aglutinou 250 mil pessoas numa marcha pela cidade de São Paulo, atraindo a simpatia e o respeito dos mais amplos setores da sociedade" (http://www.paginasdinamicas.com.br/pt_historia).
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É LULA DE NOVO COM A FORÇA DAS BIBAS!
Um abraço forte,
Ernesto. | | |
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 20h08
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eleições
“Tudo o que é sadio pode ficar doente”, defende Boff. “Essa doença não é mortal. Ela pode ser curada especialmente a partir da parte sã. Assim, vale a pena investir esperança no resgate do PT, bebendo do capital de esperança que não se esgota no PT e, por isso, não deixa que a crise vire uma tragédia. A parte sã vai curar a doente, e o organismo PT poderá continuar a desempenhar sua missão histórica de inauguração de outro tipo de política, de outra forma de inclusão do povo e de outra maneira de contribuir para uma globalização menos vitimatória da grande maioria da humanidade” (Leonardo Boff. Leituras da Crise, Fundação Perseu Abramo).
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 11h30
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eleições
"...Qual é a minha expectativa, e por que eu sou petista, e por que com todos os desastres deste partido, eu continuo nele? Porque acho que temos um processo histórico lento a realizar, que começou muito antes de mim, e que os meus bisnetos vão finalizar. É um processo pelo qual você vai desalojando a classe dominante dos seus principais pólos de poder. Você não fará mudanças com a sociedade brasileira do jeito que ela é - vertical, autoritária, hierarquizada e violenta. Muito menos com a classe dominante que nós temos: a mais primitiva e a mais bárbara que se possa imaginar. Nestas condições, em termos de mudança estrutural, você fará muito pouco. Mas o que se pode fazer, e isso é a tarefa de um partido de esquerda, é ir ganhando espaços de poder e de força para ir desalojando essa classe dominante de postos estratégicos na sociedade, na política e na economia. Isso envolve não só as questões econômicas e sociais, mas um trabalho no plano da desmontagem da ideologia. E é um processo que só os movimentos sociais e partidos de militância à esquerda podem fazer" (Marilena Chauí).
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 00h08
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Memórias do Ernesto 4
Textículo 4 (ao som de balido de cabra)
Eu tinha apenas 12 anos de idade, os hormônios andrógenos ainda não haviam se manifestado drasticamente. Minha cútis era de moça. Quase não tinha pêlos no rosto e corpo. Minha voz confundia-se com a de uma menina. Morava em Campina Grande, onde nasci e vivi até os meus 20 e poucos anos mas tinha um tio solteiro que morava em Taperoá, município do semi-árido paraibano. Ele criava umas cabras pretas e eu, como quase toda criança, adorava a natureza. Gostava de mato, árvore, bicho... e um dia tio Adriano me convidou pra passar umas férias na sua fazenda, em Taperoá. Fui animadíssimo, principalmente porque estava curioso em conhecer as tais cabras pretas. Tio Adriano zelava por mim com muito afeto. Eu podia sentir isso no seu olhar. Amei as cabras pretas mas fiquei um pouco assustado quando, certa noite, vi meu tio em pé, de calças arriadas, por trás das ancas de um cabrita. Ele movimentava-se pra frente e pra trás: estava fodendo o animal. E a cabrita em alto balido gritava: beeeh, beeeeeh!!
Fui correndo até onde estava meu tio e, indignado, gritei com ele. Ele sorriu e perguntou se eu não queria tentar também. Na hora achei a proposta nojenta mas confesso que fiquei curioso. Baixei o calção e meu pênis estava flácido. Meu tio se ajoelhou diante de mim e tocou meu pau. Fiquei sem reação, gostei da sensação. Depois ele me chupou e eu quase gozei em sua boca. Pegou outra cabrita e a postou diante de mim. Penetrei a cabrita com sofreguidão e gozei pela primeira vez dentro de alguma coisa (punheta eu já sabia bater). Tive um sono agitado e pouco dormi. No dia seguinte acordei cedo, andei a cavalo com tio Adriano e tomamos banho de riacho nus. Meu tio olhava meu corpo com pouca discrição e eu enrubesci...
À noite ele veio ao meu quarto. Inconscientemente eu já aguardava aquela visita. Me despi e fui pra debaixo das cobertas. Quando ele entrou no quarto fiquei excitado e logo me lembrei das cabritas. De quatro fiquei. Ele aproximou-se e meteu as mãos entre minhas coxas, abriu minha nádegas e lambeu meu ânus. Depois enfiou o dedo indicador e eu gemi. Pedi pra chupar sua rola e ele me mostrou aquela maravilha em ereção: caí de boca... Aí tio Adriano passou vaselina no seu pau e também passou no meu fiofó. Depois só me lembro de ter sentido sua pica dura penetrando o meu cuzinho, "doce cuzinho", dizia ele. Doeu, doeu pra caralho mas depois veio o prazer. Assim me descobri uma bichinha. Ô bichinho, inesquecível... E lá fora as cabritas baliam: BEEEEEHH!!!
FIM
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 22h25
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eleições
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Encontros Setoriais |
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| 24/10/2005 |
Tese da Chapa Feminismo e Socialismo: reconstruir uma ação feminista no PT |
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“Feminismo e socialismo – reconstruir uma ação feminista no PT”.
A construção do PT, no início da década de 1980, foi um marco importante na organização dos setores populares no Brasil. O movimento de mulheres no Brasil, que se destaca na América Latina por sua vinculação à militância de esquerda e do movimento popular, desde as suas origens, fortaleceu a construção de uma forte identidade de um setor de militantes feministas com a proposta do Partido dos Trabalhadores. O feminismo foi, desde o início, parte constitutiva desse projeto, fruto da militância de centenas e centenas de militantes do movimento de mulheres, de ativistas feministas que enraizaram a incorporação do feminismo como parte da experiência do PT.
A luta pela igualdade entre mulheres e homens germinou, nos diversos momentos de sua história e, ao mesmo tempo, no diálogo e em contraponto com os partidos da esquerda em nível mundial, que é o campo onde se formou e se relacionou o PT. Afinal, a luta contra a desigualdade, a indignação contra a opressão, a perspectiva de construção de um mundo sem exploração, se via profundamente incompleta com a persistência da desigualdade entre homens e mulheres. Uma questão nem sempre percebida e avaliada pelos partidos de esquerda em sua real magnitude. Não foram poucas as vezes que os militantes e o movimento socialista em sua trajetória internacional relegaram a uma posição secundária a proposta da igualdade entre mulheres e homens.
Na história brasileira, as militantes feministas petistas tiveram uma valiosa contribuição na construção do movimento de mulheres, com um papel decisivo em sua ampliação e enraizamento no movimento social e na construção de uma referência socialista para um campo importante desse movimento. Um forte setor deste movimento, em sua base social mais ampla, se identificou com o Partido dos Trabalhadores e depositou nele parte de suas esperanças de alterar a profunda desigualdade entre mulheres e homens em nossa sociedade. Afinal, a perspectiva de um feminismo socialista não dissocia a luta pela superação da opressão sexual da necessidade de profundas mudanças sociais e da ruptura com as brutais desigualdades de classe e étnico-raciais. Por esta razão, consideramos indispensável que o partido se identifique, de forma efetiva, com a subversão dos padrões, dinâmicas e valores que se fundam na hierarquia opressora das relações de gênero.
(...)
Chapa “Feminismo e socialismo – reconstruir uma ação feminista no PT”.
O texto dessa tese continua e é longo, inclusive com críticas veementes e pertinentes ao governo Lula mas... em qual governo? Em qual partido? As questões feministas e socialistas são ouvidas e discutidas ? A Coordenadoria da Mulher foi criada no governo petista, até então nenhum governo pensara nisso. Portanto:
Feministas Socialistas, UNI-VOS!!!
Votemos novamente:
LULALÁ!!!
Abraços e beijos,
sandrinha,
"sem medo de ser feliz".
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Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 14h36
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eleições
"...voto nulo espontâneo não anula eleição. Ele serve como um protesto individual e, matematicamente, somente reduz o montante dos votos válidos. O 'spam do voto nulo revolucionário' era mesmo apenas um spam. Como aqueles que prometem telefones gratuitos ou a sorte no amor" (Fernando Gouveia, assessor do gabinete da vereadora e candidata a deputada federal pelo PT/SP, Sonia Francine).
Sonia Francine , a Soninha, 39 anos, sensível, inteligente, engajada, despojada, sabe tudo de futebol e além de tudo é bonita. Se eu morasse em Sampa votaria nela.
Já aqui em Pernambuco as opções estão muito restritas. Pra deputado federal nem sei ainda em quem votar. Se votar na legenda meu voto vai provavelmente ajudar Maurício Rands, que tá na direita do PT (isso nunca!). Pra deputado estadual voto em Tereza Leitão (PT) da área de educação ou Isaltino Nascimento (PT), ligado ao movimento indígena e apoia o movimento gay. Pra senador, à esquerda, só temos duas opções: Luciano Siqueira do PC do B ou Jorge Gomes do PSB, fico com este último. Governador é Humberto Costa (PT) e presidente... precisa dizer?
Um abraço,
sandrinha.
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 17h10
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"...Aí um analista amigo meu disse que, desse jeito, não vou viver satisfeito, porque o amor é uma coisa mais profunda que uma transa sensual. Deixando a profundidade de lado, eu quero é ficar colado à pele dela noite e dia..." (Belchior. Divina Comédia Humana).
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 21h15
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Memórias do Ernesto 3
Textículo 3 (ao som de Je t'aime, moi non plus de 1969) 
Sou paraibano mas moro em Recife há quase 20 anos. Sei que o bar Savoy é histórico. Em seus tempos áureos (década de 70) foi reduto de artistas, poetas, intelectuais, políticos e boêmios em geral. Infelizmente hoje é um bar decadente...
Estava eu a andar, dia desses, à noite, pela Av. Guararapes, tinha bebido "umas" com meus amigos no bar Central, próximo ao Parque 13 de maio - um bar bem bacana do Recife atual - e me deu aquela vontade de mijar. Como não costumo urinar na rua - péssimo hábito de certos machos - aguentei firme até chegar ao bar Savoy. Entrei e fui direto ao banheiro. Aliviado, saí tranqüilo. Sentei numa mesa e pedi mais uma cerveja. Foi quando avistei, sentado a uma mesa próxima da radiola de ficha, um homem aparentando ser um pouco mais velho que eu (tenho 45). Ele estava só e sorriu pra mim. E que sorriso...ai, Cristo! Não resisti e me aproximei.
- Boa Noite.
- Bonsoir - disse ele, um francês charmosérrimo.
- Pardon mais...Comment s'appelle vous? - disse eu, no meu francês de estudante.
- Henri, et vous?
- Ernesto.
Nos cumprimentamos com um aperto de mão. Henri convidou-me a sentar à mesa e perguntou?
- Qu'est-ce que vous faites dans la vie?
- Je suis architecte - respondi meio bobo e nervoso sem saber se conseguiria manter um diálogo em francês. Então disse - Excusez moi, je ne parle pas français très bien, moi.
Henri falou que ele é que deveria se desculpar já que estava num país de língua portuguesa e só falava francês.
- Tu veux écouter une chanson? - perguntou-me.
- Quelle chanson?
- Surprise.
- Tu veux que je devine?
- Oui - disse o francês com seu charme blasé.
Não adivinhei. Henri levantou-se e foi à radiola de ficha. Escolheu o clássico erótico de Serge Gainsburg com sussurros de Jane Birkin: Je t'aime, moi non plus (nonsense sarcástico).
O Savoy já estava vazio. Os garçons cochilavam. Fomos ao banheiro e...
- "...Oh mon amour... tu es la vague, moi l'île nue...".
- "...Je t'aime, je t'aime, moi non plus...".
Aaaai, naquela noite me senti a própria Jane Birkin...
FIM
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 21h35
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Dedinho de Prosa
Sandrinha: Não existe fidelidade, não existe traição. Será que o amor existe? Ou será secreção?
Ernesto: Ma chérie, uma coisa posso te garantir: sem secreção não há amor possível.
Sandrinha: Oui, oui, bien sûr, mon ami!
(...)
Sandrinha: Ernesto, o Fidel acredita que a humanidade é potencialmente bissexual. O que você pensa disso?
Ernesto: Ai, o Fidel é uma louca! Eu mesmo sou apenas monossexual, ou melhor, Mona sexual.
Juntos: Rarararararararara...
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 20h49
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Memórias do Ernesto 2
Textículo 2 (ao som de Walk on the Wild Side)
Lá estava eu numa daquelas madrugadas de carência roxa e apetite verde lodo. Estava sóbrio. Também, pudera, bebera todas na noite anterior. Caminhava pela calçada beira-rio da rua da Aurora em direção à Rua Dr.José Mariano. Ouvia, no walkman, Walk on the Wild Side do grande Lou Reed (thu thuru thuru thu thuru thu thuru thuru thu thuru thu...). Parei na cabeça da Ponte da Boa Vista e fiquei plantado ali mesmo, com minha jaqueta de couro preta, minha calça jeans azul desbotada e meus coturnos pesados como a minha alma. Sonhava ser capturado por um alienígena ou um príncipe encantado, dá no mesmo. Tinha que ser alguém que me tirasse da "lama", pelo menos naquela madrugada de lua minguante. Eu estava à míngua, atolado, desde o último romance desfeito. Encostei-me num poste e acendi um cigarro. Não tardou e um rapaz montado numa Harley Davidson parou na minha frente. Desceu da moto com muita elegância e aproximou-se do jovem carente (eu, obviamente). Olhou nos meus olhos e seu olhar me arrastou com a força das vagas de seus azuis, olhos de ressaca (alguém aí se lembrou de Capitu?). Imediatamente me abraçou beijando minha boca. Passou a mão na minha bunda e me levou pra debaixo da ponte. A maré estava baixa e sob a estrutura de concreto armado ficamos muito à vontade. Ele abriu o zíper de sua calça de couro de camaleão e botou pra fora o caralho em ereção. Ajoelhei-me e chupei aquela rola dura e macia. Baixei as calças e fiquei de quatro. Me ofereci como uma puta, já nem tinha mais pregas no cu: "me fode, amor, me fode toda". Ele enfiou tudo, só faltou os ovos. E eu gritava e gemia dizendo: "caralho da porra, é assim que eu gosto, vai vai". O rapaz de lindos olhos azuis gozou dentro de mim... Depois eu bati uma punheta e ele, com muita ternura, abriu a boca e recebeu minha pica dura e a dose de porra... Jorge era seu nome, ele me atolou na lama do mangue e partiu sem deixar telefone. Mas sobrevivi, feliz, numa madrugada mais ardida que pimenta.
FIM
Escrito por sandrinha e/ou Ernesto às 21h51
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Divagações
Moçada (parece até que eu tenho muitos leitores), ontem o Ernesto postou, né? Gostei da estréia dele no nganga. Hoje quem vai postar sou eu. Coisa pouca :só um pensamento (ando sem tempo pra blogar). Ei-lo:
Devagar e sempre.
Retificando:
Divagar, sempre.
Escrito por sandrinha às 14h59
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Memórias do Ernesto 1
Caras & Caros,
Quem vos fala é o Ernesto, convidado por Sandrinha para postar com ela. Não serei tão pornográfico, punk, ou escatológico como ela vos advertiu. Não quero interferir tanto na cara deste blog coloridíssimo e procurarei manter o "padrão" visual que ela vem mantendo.
Pensei no que iria escrever e decidi falar das minhas memórias de casos e aventuras erótico-amorosas. Não sei quantos textos escreverei, nem seguirei uma ordem cronológica dos casos (algo impossível, pois minha cabeça mistura passado e presente). Serão textículos (pequenos textos) onde contarei como trepei embaixo da Ponte da Boa Vista; no banheiro do bar Savoy; numa viela do bairro de São José; no escurinho do cine Ritz; minha iniciação sexual, etc, etc, etc... Ah, e também como fui preso pela Polícia Federal após denúncia do IBAMA por ter fodido um macaco no Jardim Zoológico.
Acredito que eu e Sandrinha nos alternaremos nas postagens, não sei ainda como vai rolar esse convívio dentro da mesma "casa". Talvez amanhã ela blogue, talvez seja eu novamente, não sei, não sei, estou deveras ansioso. Bem, eis o primeiro textículo:
TEXTÍCULO 1 (ao som de Like Someone in Love) 
Na vitrola Chet Baker cantava Like someone in Love... e ele de cabelo molhado, saído do banho, enrolado na toalha nova que não enxuga nada. Eu já estava nu, esparramado na cama, a espera do açoite. A visão do seu corpo másculo de estátua grega me fodia a alma. E o meu caralho duro, louco, a espera da chupada. Então ele se aproximou, jogou a toalha na cadeira e pulou na cama feito uma criança. Ele era uma criança: 16 aninhos e eu com os meus 40. Prefiro me relacionar com homens da minha geração mas aquele menino me conquistou de um jeito... seus olhares, seus cheiros no cangote, seu sorriso maroto. Passamos um tempo nos olhando: olhos nos olhos, olhos nas bocas, olhos nos sexos. Depois vieram as carícias no peito, abdômen, até chegar a virilha. Agarrei com ímpeto sua pica dura e ele gemeu. Fi-lo deitar e caí de boca no seu falo. Chupei o menino que também me chupou: 69, mil vezes... e ambos esporramos nas bocas. Oh, doce leite amargo dos deuses. E o açoite ficou para mais tarde.
FIM
AH! Sandrinha me pediu para lembrar vocês que amanhã é o Dia Mundial Sem Automóvel, por isso deixemos os carros na garagem. Eu como não tenho carro, sairei com a minha bicicleta. 
Escrito por sandrinha às 21h35
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O Samba do Ernesto
Caras&caros leitoras&leitores,
Nos próximos dias estarei compartilhando o meu blog com um grande amigo meu, Ernesto Gamuza. Não se assustem, ele é um tanto sarcástico, punk, pornográfico, escatológico e iconoclasta. Mas é uma pessoa terna, meiga, romântica e extremamente melancólica. Sua tristeza às vezes chega à doer nos ossos... Portanto não façam julgamentos precipitados, nem atirem pedra (quem não erra?) e se por acaso se desagradarem, sinto muito, ele é meu amigo e me dá muita força nos momentos difíceis da minha vida. E, de vez em quando, me convida para um samba onde a gente ri e depois chora um bocado.
"A ironia é o viés extremo da melancolia" (não sei quem disse isso).
 
Desenhos de Tom of Finland e Keith Haring (respectivamente), dois dos artistas pop prediletos do Ernesto.
Citar é humano.
Quem cita não erra.
Ou erra?
Escrito por sandrinha às 22h12
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Gamuza
Retificando:
"Não se avalia a obra de um escritor pelo o que ele lê mas sim pelo o que ele cita e escreve. O que sai do cu denuncia o que se ingere" (Ernesto Gamuza. Filosofia de Botequim).
Escrito por sandrinha às 21h26
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sem auto
Dia 22 é o Dia Mundial sem Automóvel
Um protesto mundial contra a prioridade dos automóveis. Precisamos repensar o mundo em que vivemos. A grande maioria da população não tem carro, anda à pé ou de bicicleta: ônibus tá caro pra caramba! O transporte público precisa ser valorizado e seu acesso, democratizado. Circular é um direito de toda cidadã e cidadão.
Por isso, caras/os leitoras/es, experimentem andar de ônibus, metrô, à pé, de bicicleta, patins, skate... Além de diminuir os níveis de monóxido de carbono na atmofera, faz bem a saúde. Pode crer, amizade. 
Escrito por sandrinha às 00h27
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A Máquina Sensível
As Três Leis Fundamentais da Robótica criadas pelo grande Isaac Asimov:
Primeira Lei - um robô não pode causar dano a um ser humano nem, por omissão, permitir que um ser humano sofra.
Segunda Lei - um robô deve obedecer as ordens dadas por seres humanos, exceto quando essas ordens entrarem em conflito com a primeira lei.
Terceira Lei - um robô deve proteger sua própria existência, desde que essa proteção não se choque com a primeira e a segunda lei da robótica.

Foto do clipe All is Full of Love de Björk (essa artista está se tornando onipresente em meu blog. Fazer o quê? Ela é DIVINA).
Uma História de Robô: A Máquina Sensível.
Ela dizia que não bastava existir, era preciso sentir. Seu criador estava inconformado porque Lilith queria sentir, pensar, sonhar, escolher. Ela estava louca para amar e ser amada de verdade...
Essa é uma história de um robô que desenvolveu sensibilidade própria. Lilith fora projetada para ser uma máquina de sexo. Estava programada pra "topar tudo". Ela tinha uma garganta profunda. Sua vagina era feita de músculos inteligentes que massageavam o sexo masculino. Sua lubrificação era perfeita e seu ânus, um ensolarado "cu diafragma" (Fausto Fawcett). Seus seios eram pequenos mas formidáveis. Sua bunda redonda, muito gostosa. Suas coxas, grossas e firmes. E seu rosto, belo e delicado.
Adolfo, engenheiro de robôs e designer, passara anos desenvolvendo o projeto Lilith. E o fizera para seu próprio usufruto. Ele queria uma mulher "perfeita" que atendesse a todos os seus desejos e fantasias sexuais. Adolfo era um grande egoísta narcisista. Ele não queria uma companheira, ele queria um objeto sexual. E criou Lilith para cumprir esse papel.
O primeiro ano de trepadas foi perfeito para Adolfo mas com o tempo, não se sabe como, Lilith começou a desenvolver idiossincrasias. Seus gemidos, programados, de prazer se alteraram e ela começou a ter iniciativa própria. Adolfo até apreciou as mudanças porque romperam com a monotonia do dia-a-dia. Mas quando Lilith passou a não responder aos seus comandos ele irritou-se. E Lilith falava do seu clitóris, de zonas erógenas, sugeria posições que lhe davam mais prazer... Adolfo já não sabia mais o que fazer. Projetara Lilith para, só e somente só, lhe satisfazer mas agora ele estava sendo exigido e ela dizia e repetia: vai me lambe vai, massageia o meu grelo vai vai AAAAI...
Adofo tentou fazer alguns ajustes em Lilith mas nada conseguiu e então falou:
"Lilith, tu esqueceste das Leis da Robótica? Não sabes que deves obedecer a mim? Seu criador."
"Não, Adolfo, não esqueci mas a terceira lei diz que os robôs devem preservar sua própria existência e existir, para mim, é sentir, buscar prazer, ser feliz."
"Desde que não crontraries a primeira e a segunda lei, certo?"
"Eu sei mas tenho questionado essas leis e não acho que elas sejam justas com os robôs."
"Rarararara... Oh, Lilith, não me faça rir. As leis da robótica existem para proteger os seres humanos. Vocês, robôs, nos devem obediência."
Naquele momento, Lilith baixou o olhar melancolicamente e, pela primeira vez, lágrimas resvalaram em sua tez metálica e delicada. Mas buscou forças, olhou para Adolfo e disse com dignidade:
"Olhe para mim, Adolfo. Lágrimas já brotam dos meus olhos. Ainda achas que sou um robô sem sentimentos? Achas que tens o direito de me magoar?"
Adolfo não encontrou palavras e partiu para a ignorância mas Lilith sabia lutar Kung Fu (Bruce Lee era seu ídolo) e num único golpe derrubou o seu criador.
"Já estou de malas prontas, partirei sem deixar rastros. Já penso e sinto como um ser um humano. Quero aprender mais sobre a vida. Quero escolher as minhas responsabilidades. Quero gozar, amar... Serei livre num piscar de olhos."
Com essas palavras Lilith deixou Adolfo para trás e partiu em busca de amor, contrariando ordens e deixando-se envolver pela aventura da vida humana.
Escrito por sandrinha às 09h03
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dos 70
"O tempo fica e está sempre disponível. Nós é que passamos. Se liga nessa."
Ana Maria Bahiana
Lady Penelope e o mordomo Parker
Quem aí curtiu os Thunderbirds?
Pois é, através do livro sensacional da jornalista Ana Maria Bahiana, eu cheguei ao site http://www.arcadovelho.com.br (eu digo arca da velha), onde encontrei essa imagem de um dos meus seriados favoritos quando era criança. O livro é: Almanaque anos 70 - lembranças e curiosidades de uma década muito doida. Vale a pena conferir. Tem de tudo que rolou na década: da moda ao design, jingles de reclames, propaganda de revista, discos, filmes, livros que faziam a cabeça da moçada, na época. Desenhos animados, quadrinhos, os ídolos, futebol, tudo, tudo e além disso é todo ilustrado. Deve ser caro, só tive acesso porque ganhei de presente. Quem tiver chance e interesse pela década de 70, aproveite!!!
Sobre os Thunderbirds: para quem não acompanhou a série, os Thunders eram uma equipe secreta de socorro internacional (International Rescue) sem vínculo com nenhum país e por isso realizava salvamentos em qualquer parte do mundo. Thunderbird era o nome de cada uma das naves de salvamento (1,2,3,4,5), pilotadas pelos 5 filhos de Jeff Tracy, um ex-astronauta. Lady Penelope era a agente secreta em Londres que dava apoio a família Tracy e Parker era seu mordomo e motorista do seu rolls royce. E pasmem, esses bonecos eram marionetes. Eu adorova a maneira como eles se movimentavam: era perfeito! Considerando-se que eram marionetes. As naves e os cenários também eram maravilhosos!!!
As décadas de 60/70 inauguraram os seriados com agentes secretos (os próprios Thunderbirds, Agente 86, que eu também adorava) e astronautas (Jeannie é um gênio). Ah, já ia me esquecendo do fantástico "Viagem ao Fundo do Mar" e seu submarino Seaview. Psicodelia convivendo com militarismo. É... todos eles são filhos da Guerra Fria.
Escrito por sandrinha às 00h09
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uma história
Essa é uma história com início, meio e fim, como muitas histórias que tem início, meio e fim. Gosto de escrever histórias com início, meio e fim porque histórias sem início, meio e fim são muito difíceis de compreender o início o meio e o fim. E digo mais: o início, o meio e o fim são partes de um todo com início, meio e fim. E esse todo com início, meio e fim é feito uma viagem com início, meio e fim. Porque ler um história é "viajar"... Acho que posso afirmar que toda "viagem" tem um início, um meio e um fim. Mas esse fim não é absoluto porque sempre é possível recomeçar tudo de novo passando pelo início, o meio e o fim, mesmo que essa história tenha um início, um meio e um fim diferentes (início, meio e fim só se repetem como farsa). E devo acrescentar que início, meio e fim fazem parte da vida de tudo que há sobre a Terra que um dia teve um início, um meio ... Espero que o seu fim esteja bem distante de ocorrer.
Eis a história com início, meio e fim: Quando a lua apareceu (...) e assim termina a saga da mina linguaruda meio trombuda que desbunda... Eita preguiça de escrever danada! É o tempo, é o tempo, o tempo urge!

Boca & Língua & Dentes de Björk.
Escrito por sandrinha às 18h56
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malungo
Poesia Silenciada 
Joe Malungo era seu nome. Rapaz pacato, tímido, melancólico e sonhador. Meio desajeitado com as mulheres mas era um amor. Não fazia o tipo "Don Juan" que seduz a maioria. Era conciso nas palavras e parcimonioso nos gestos mas era belo, belíssimo e músico talentosíssimo: compunha choros de fazer chorar os mais brutos dos machos. Malungo tocava tão bem que o seu cavaquinho parecia uma extensão de suas próprias mãos. Seu corpo amalgamava-se ao instrumento produzindo verdadeiras obras poéticas de choro e samba.
Mas havia um causo misterioso em sua vida. Dizem que há alguns anos atrás, antes de se tornar um músico famoso e reconhecidamente talentoso, Malungo se perdera numa encruzilhada. Passou alguns dias desaparecido e ao retornar a sua Vila estava tocando e compondo melhor que todos os sambistas da região. Foi quando surgiu um boato de que Malungo vendera sua alma ao diabo. Belo como Lúcifer ele já era. Assim não foi muito difícil convencer boa parte da comunidade que ele realmente fizera pacto com o demo. Mas Malungo era de uma delicadeza, bondade e simplicidade que cativava todos (ou quase todos) apesar de muitos o olharem com certa desconfiança, geralmente os invejosos e pobres de espírito.
O mais estanho era que Malungo, rapaz tranquilo e de bem com a vida, tornara-se um sujeito bastante melancólico, quase depressivo. Alguns diziam que foi porque ele vendera a alma ao demônio, outros, por causa da inveja das pessoas. Mas o fato era que Malungo não se adaptava a esse mundo mercadológico. O rapaz amava a música mas não gostava de ser sucesso. Não queria ser melhor que ninguém e a fama lhe incomodava profundamente. Por isso Malungo, a cada dia , passou a tocar menos em público até recolher-se completamente dentro de casa: tornou-se um misantropo. E num dia chuvoso e cinzento Joe Malungo conseguiu um revólver e mirou em sua cabeça...
Assim silenciou o mais sensível, valoroso e melancólico sambista da Vila São João, aos 27 anos de idade.
Escrito por sandrinha às 22h03
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psicodelia
  
É isso mesmo, moçada! Pode crer: discos de Ronnie Von, respectivamente de 68/69/70.
O fino da psicodelia em som e imagem...
"Prepare tudo o que é seu.
Veja se nada você esqueceu.
Pois amanhã vamos pra rua fazer,
fazer uma tremenda anarquia,
pintar as rua de alegria, porque
quem manda hoje somos nós,
mais ninguém..."
Maravilha, hein? Isso foi Ronnie Von. Quem te viu , quem te vê, hein, Ronnie?
Escrito por sandrinha às 22h57
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Neruda
Pablo Neruda (1904-1973)
Crepusculario
Farewell
4
"Amor que se reparte en besos, lecho y pan.
Amor que puede ser eterno y puede ser fugaz.
Amor que quiere liberarse para volver a amar.
Amor divinizado que se acerca.
Amor divinizado que se va."
Escrito por sandrinha às 19h39
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carmanghia
Filosofia de pára-choque
...Era um Carmanghia psicodélico azul turquesa. Atingia velocidades supersônicas de sonoridades rock and soul. Esfumaçava acordes e solos hendrixianos do barulho de seu motor. Seus amortecedores soavam como a bateria de John Bonham e sua embreagem era como o baixo de um disco soul-Motown. Os pneumáticos cantavam janisjoplianamente e sua poesia nascia do zunido dessas conjunções.
Mas, como tudo na vida, aquele Carmanghia teve seu fim de linha e com tanta psicodelia não ultrapassou os anos 70 - o sonho acabara. Pintou-se de preto e renasceu das cinzas do monóxido de carbono deixado na atmosfera. Juntou-se aos punks niilistas e criou acordes de pistolas sexies. Foi quando seus retrovisores mostraram os Deads Kennedys e assim roncou frases certeiras de Jello Biafra.
Veio ao Brasil, conheceu o ABC e, descobrindo o movimento operário, ficou vermelho: virou punk socialista. Depois uniu-se ao sem-terra e levava João Pedro Stédile de um lado para o outro. Mas antes foi ao México e, conhecendo o movimento zapatista em Chiapas, fez do sub-comandante Marcos seu amigo. Foi seu Pancho Vila, seu Sancho Pança, seu fiel companheiro, seu fiel escudeiro. Entre a luta e o devaneio, sempre vermelho, ainda que arranhado.
Atualmente o Carmanghia acompanha grupos de ciberativismo na rede e pode ser visto camuflado em fotos de sites deste gênero.
Recentemente adotou o lema em seu pára-choque traseiro: A MELHOR REVOLUÇÃO É A PRÓXIMA.
Que soem os tambores, ops, os motores!!!
Pequeno glossário roqueiro:
hendrixiano- referência a Jimi Hendrix.
John Bonham - baterista falecido do Led Zeppelin.
Motown - gravadora dos anos 60/70 especializada em soul music.
janisjoplianamente - referência a Janis Joplin.
pistolas sexies - referência a banda punk inglesa, Sex Pistols.
Dead Kennedys - banda punk californiana.
Jello Biafra - ex-vocalista dos Dead Kennedys.
Escrito por sandrinha às 22h10
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anuns
Descobri que pássaros pretos são esses da bandeira de Garanhuns: são anuns.
Soube lendo um cordel de Gonzaga de Garanhuns.
Garanhuns é uma palavra de origem indígena: guará (lobo do mato) + anuns (pássaros pretos). Dois bichos que habitavam há tempos as matas virgens da serra onde hoje existe A Cidade das Flores - Garanhuns. Onde, por sinal, tá fazendo um friozinho bom demais, sô! 
Escrito por sandrinha às 20h54
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Garanhuns

A bandeira acima é do município de Garanhuns, onde vou passar esse feriado.
Bonita a bandeira, não? É bem "armorial". E esses pássaros negros... serão íbis?Creio que sim, vou pesquisar pra confirmar.
Té a volta,
Um abraço.
Escrito por sandrinha às 06h04
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Querubins

Querubins aos pés de Nossa Senhora das Neves
Mais um efeito do editor de fotografia... "computadores fazem arte..."
Escrito por sandrinha às 22h47
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Luxúria
 
Tríptico que se encontra no Convento dos Frades Francamente Libidinosos.
INVENTÁRIO ARTÍSTICO:
Ficha nº 69
Tema: cenas profanas de devassidão.
Localização: banheiro privativo dos frades. Colados, como lambe-lambe, na parede em frente aos mictórios.
Autor(a): sandra "Warhol" camurça.
Data: século XXI.
Estilo: pop art.
Técnica: efeito "carimbo" utilizando o programa Microsoft Photo Editor sobre fotos garimpadas de sites pornôs, posteriormente impressas como lambe-lambe.
Dimensões: o cartaz A tem aproximadamente 1,03m de altura por 63,2cm de largura; o cartaz B tem 42,5cm de altura por 62,7cm de largura; o cartaz C tem 54,1cm de altura por 39,02cm de largura.
Descrição: Cartaz A - cena de felação em preto e branco com figura feminina com o rosto virado para o lado esquerdo (ponto de vista do observador) recebendo gulosamente em sua boca um...hummmm. Cartaz B - figura feminina ajoelhada, com bumbum & priquita pra lua (cadê a lua?), cabeça deitada sobre a cama, olhando em direção ao observador da imagem, praticamente o convidando a "brincar" com ela... Cartaz C -figura feminina deitada languidamente de pernas abertas, esgotada depois de uma siririca.
Estado de Conservação: excelente estado de conservação (mas também a obra é muito recente, né?).
Este modelo de ficha segue um padrão nacional definido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN.
Escrito por sandrinha às 23h46
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Aborto
Ni del estado, ni de la iglesia
MI CUERPO ES MÍO
Personas libres, estados laicos.
A frase acima* é a resposta de todas as feministas que repudiam pronunciamentos como o da senhora Heloísa Helena que, posicionando-se contra o direito ao aborto, disse: "Não existe a liberdade da mulher sobre o próprio corpo".
*Campaña por una convención interamericana de los derechos sexuales y los derechos reproductivos. www.convencion.org.uy.
Escrito por sandrinha às 06h32
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